O curso introdutório para Agentes Comunitários da Saúde (ACS) realizado na Secretaria de Saúde de Itapema chegou ao 4 encontro nesta quarta-feira (27/07). Os agentes comunitários participantes do curso terão mais 11 aulas para finalizar a série de 15 encontros que promovem uma autoavaliação de sua função e trabalho na comunidade. A capacitação é uma parceria com o Ministério da Saúde para as melhorias no tratamento da população.
É essencial qualificar o ACS com assuntos sociais que exploram a integração entre as equipes de saúde e a população. Portanto, é através desse curso que eles podem se qualificar melhor sobre temas relacionados às políticas públicas, controle social, territorialização, promoção de saúde e prevenção de doenças, para saber como agir e abordar estes temas na sociedade, sempre visando as melhorias para o município.
Este 4 encontro estudou os modelos de saúde e os processos de trabalho, abordando o principal objetivo do agente que é contribuir para a qualidade de vida das pessoas e da comunidade. Colocando também em pauta assuntos como o acolhimento, escuta, vínculo, confiança, co-responsabilização e empatia que o ACS deve criar com a população em suas visitas domiciliares, desenvolvendo sempre ações de educação e saúde porque é ele a primeira relação entre o paciente e o médico.
A fonoaudióloga e professora do curso introdutório para ACS, Estela Maris Ribeiro, destacou os temas que serão abordados a seguir e a importância deles para a qualificação dos ACS. “Este é um curso para o agente comunitário criar uma autoavaliação do que ele faz e, além disso, trabalhar diversos temas para melhor a sua qualificação. Neste 4 encontro trabalhamos os modelos de saúde e processos de trabalho, nos próximos iremos estudar sobre história do SUS, territorialização e, enfim, tudo o que refere o trabalho do ACS no município”, afirmou Estela Maris Ribeiro.
Para a Agente Comunitária de Saúde, Luciana Katsch, o curso introdutório é de extrema importância para a qualificação de seu trabalho com a comunidade. “O curso é de fundamental importância para nós, pois estamos aprendendo muitas coisas que ainda não tínhamos conhecimento e, além disso, aprendemos a ter visões diferentes sobre novos sistemas. O mais importante também é que aprendemos a ter empatia com o paciente, se colocar no lugar dele e dar autonomia, ajudando o mesmo a participar de seu próprio tratamento”, afirmou Luciana Katsch.
Fonte: Prefeitura Municipal de Itapema



